Publicado em 25/07/2015
É curioso como alguns dias amanhecem compadecidos com nossas dores e nos surpreendem com cenários que traduzem nosso humor.
Naquele sábado, o coração dela acordou nebuloso, como o céu que via pela janela. Seus olhos choveram algumas dores enquanto lágrimas caíam do céu. Talvez o tempo tenha virado no mesmo momento em que, no meio da noite, acordou com seu próprio grito. Lá fora, um trovão. Ela não se lembra com o que estava sonhando ou porque gritou e na cidade os meteorologistas ainda buscavam de onde havia chegado o repentino inverno.






