Uma página em branco é sempre uma página em branco, ainda que digital. Essas páginas em branco sempre causaram inquietude em mim. O cursor pisca, esperando as primeiras letras desembocarem em misteriosas palavras, quem sabe grandes contos, ou uma arrebatadora história de amor. Lá fora, o mundo anda na velocidade do ônibus circular (um tanto quanto descontrolado, descendo a ladeira do bairro residencial, desengatado). Aqui dentro, vida em potencial.
Quem sou eu
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Carta aberta a mim
De 23 de abril de 2014
No meu ano novo particular, desejo que nenhuma possibilidade de felicidade seja adiada: nem um sorriso, nem um abraço, nem
a vontade de me declarar, nem uma viagem, nem a lista de livros que quero ler, muito menos um plano mirabolante, ou minha vontade de comer brigadeiro de panela.
Ponho a mão no bolso da vida, e já encontro um punhado de aprendizados em mim (cá estão, no topo da cabeça, os meus primeiros fios brancos que não me deixam mentir). Com o pouco que sei e o muito que ainda me resta, quero ter tranquilidade em entender que, se há maldade, mentira, ironia e negatividade, elas pertencem às pessoas que as carregam e não vou mais me permitir carregar o que não é bom e o que não pertence a mim.
Eu nunca duvidei e continuo acreditando piamente na humanidade. Minha maior gratidão com o destino está relacionada com as pessoas que a vida colocou no meu caminho. A todos, todos os meus amigos e amores. E eu entendo cada vez mais que, cuidando de mim, estou cuidando de cada pessoa que não merece nada menos que o meu melhor.
Respiração profunda, inspiração no amor, sol pela manhã, poesia antes de dormir e um copo de leite, são os meus desejos de 27 anos.
No meu ano novo particular, desejo que nenhuma possibilidade de felicidade seja adiada: nem um sorriso, nem um abraço, nem
Ponho a mão no bolso da vida, e já encontro um punhado de aprendizados em mim (cá estão, no topo da cabeça, os meus primeiros fios brancos que não me deixam mentir). Com o pouco que sei e o muito que ainda me resta, quero ter tranquilidade em entender que, se há maldade, mentira, ironia e negatividade, elas pertencem às pessoas que as carregam e não vou mais me permitir carregar o que não é bom e o que não pertence a mim.
Eu nunca duvidei e continuo acreditando piamente na humanidade. Minha maior gratidão com o destino está relacionada com as pessoas que a vida colocou no meu caminho. A todos, todos os meus amigos e amores. E eu entendo cada vez mais que, cuidando de mim, estou cuidando de cada pessoa que não merece nada menos que o meu melhor.
Respiração profunda, inspiração no amor, sol pela manhã, poesia antes de dormir e um copo de leite, são os meus desejos de 27 anos.
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