Uma página em branco é sempre uma página em branco, ainda que digital. Essas páginas em branco sempre causaram inquietude em mim. O cursor pisca, esperando as primeiras letras desembocarem em misteriosas palavras, quem sabe grandes contos, ou uma arrebatadora história de amor. Lá fora, o mundo anda na velocidade do ônibus circular (um tanto quanto descontrolado, descendo a ladeira do bairro residencial, desengatado). Aqui dentro, vida em potencial.

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