A Cá e o Alê se conheciam há dez anos. Eram daquele tipo de amigos de infância por osmose, na verdade amigos mesmo eram os seus pais. Durante a adolescência a Cá gostava de sair e beber. O Alê acompanhava a vida da "amiga" e a achava fútil e folgada. Com 19, Cá conheceu o Otávio, com quem começou a namorar e noivou.
Em seu 3° ano de noivado, mais especificamente durante a festa de ano novo, os pais, a família e os amigos de seus pais estavam em sua casa durante a ceia. Consequentemente, Alê também.
Meia-noite. Todos se cumprimentam, todos se abraçam, inclusive Cá e Alê. Nesse momento, nos primeiros minutos do ano de 2005, Alexandre e Carina se abraçaram. Foi o abraço de suas vidas. Ele sentiu que ela era incrivelmente querida e não folgada. Ela sentiu como se sempre devesse ter estado envolvida exatamente por aqueles braços. Eles se apaixonaram.
No dia 2 de janeiro de 2005, Carina rompeu o noivado com Otávio, que reagiu mal. Num clamor melodramático ele chegou a cortar os pulsos, sem pensar que seu sangue dava um tempero especial e fortaleciam ainda mais o romance de Carina e Alexandre.
Cá e Alê se casaram no dia 20 de dezembro de 2009. Ainda ontem ela estava super preocupada com a pintura do novo apartamento...
"Num clamor melodramático ele chegou a cortar os pulsos, sem pensar que seu sangue dava um tempero especial e fortaleciam ainda mais o romance de Carina e Alexandre". Coitado!
ResponderExcluirIsso daria uma boa história para o Linha Direta, rs... Sangue, paixão súbita; mas vamos a uma palvra de conforto para o maior abandonado.
Ao coitado:
"Aprendi com a primavera a me deixar cortar.
E a voltar sempre inteira."
Muito bom texto, Amanda.
obs: veja se vc gostou do "selo" que coloquei no blog, caso ñ tenha gostado, procure uma foto de seu gosto que eu troco, ok?
Bjão!