O ano de
2012 marca o dobro da minha idade de sua morte. Ou seja, há 50 anos, Marylin Monroe já não circula mais pelo nosso
mundo. Entretanto, esta constatação se aplica apenas para sua figura física, é
claro, já que seu nome é fator constane na cultura popular contemporânea.
Foi para
celebrar sua memória, que esteve em São Paulo a exposição “Quero Ser Marylin
Monroe!”, que já percorreu a Europa, os Estados Unidos, o Canadá e agora segue
para o Japão.
Composta de
fotos, quadros e frases da diva americana, a mostra instalada Cinemateca
Brasileira foi acompanhada da exibição dos principais filmes estrelados pela atriz.
A exposição
retrada o rosto de pele branca, cabelos loiros e uma charmosa pinta acima dos
lábios, em diferentes cores, tamanhos e pontos de vista. Quem visitou a mostra
se deparou com fotos da Norma Jeane Baker muito jovem, ainda antes de adotar
seu nome artístico. Pode vê-la também em suas poses clássicas nos retratos da
primeira edição da Playboy, ou ao lado das figuras mais importantes de sua
época, como o ex-presidente americano John Kennedy . Mesmo com as interpretações
de Andy Warhol, as colagens de Peter Blake e a lente de Tom Kelley, nada é mais
esplendoroso na exposição, do que o
rosto marcante de Marylin Monroe.
Por Andy Warhol
Seus ditos
também fizeram parte da mostra, como nos trechos: "A fama é inconstante e
eu sei disso. Ela tem suas compensações, mas também tem suas desvantagens e eu
experimentei os dois". "As pessoas costumavam olhar para mim como seu
eu fosse algum tipo de espelho ao invés de uma pessoa. Elas não me viam, elas
viam seus próprios pensamentos lascivos, e então velavam a si mesmos dizendo
que eu era lasciva".
Homens,
mulheres e crianças se reuniram em um mesmo ambiente e ficaram magnetizados pelo
seu olhar e derretidos pelo seu sorriso, ela tornou-se atemporal. Todos querem
sê-la, seja no glamour, na beleza, no mistério, ou até mesmo em sua dor. Eu
Quero Ser Marylin Monroe!
E tem como não se ver através dela?


Mas é uma fofa!
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